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Fala Amazonas
29/07/2025 às 23:59
Um terremoto de magnitude 8,8 sacudiu a costa leste da Península de Kamchatka, na Rússia, no dia 30 de julho de 2025, sendo o mais potente já registrado na região desde 1952 e o sexto maior da história moderna (Associated Press). O tremor, a cerca de 19 km de profundidade, durou mais de três minutos, provocando fortes danos estruturais e deixando vários feridos – embora nenhum de gravidade (NDTV, Reuters).
Tsunamis com altura entre 3 a 5 metros atingiram Severo‑Kurilsk, causaram inundações, arrastaram embarcações pesqueiras e motivaram evacuação emergencial de cerca de 2 mil pessoas na região sul das Ilhas Curilas (Reuters). Vídeos surpreendentes mostraram cirurgiões russos mantendo calma e concluindo uma operação durante o tremor (Indiatimes).
Por que o alerta se espalhou globalmente?
- Potência extrema: magnitude 8,8 coloca esse evento entre os mais intensos do planeta; o último comparable foi em 1952 (Associated Press).
- Região sísmica ativa: Kamchatka está sobre a zona de subducção que frequentemente gera tsunamis poderosos (The Guardian).
- Alcance continental: as ondas viajaram a velocidades próximas às de jatos, atingindo áreas como Japão, Havaí e costas da América do Norte (AP News).
E agora?
As autoridades seguem monitorando possíveis ressacas e novas ondas, que podem ocorrer nas próximas horas ou dias (AP News). Em regiões como Havaí e Japão, os alertas foram gradualmente rebaixados para avisos menos graves, mas permanecem em vigor em algumas áreas (Reuters, CBS News).
Reflexão ao leitor: o Brasil pode não estar na bacia do Pacífico, mas será que nosso sistema de comunicação e infraestrutura digital está preparado para eventos de risco extremo?













