Tragédia doméstica: filha de influencer morre aos 3 anos após cair em piscina

Caso reacende alerta sobre segurança infantil em residências com áreas de lazer

Fala Amazonas
Manaus, 01/08/2025 – 17h30

A morte precoce da pequena Giulia, de apenas 3 anos, filha do influenciador digital Renato Tsukasa, comoveu milhares de pessoas nesta quinta-feira (31). A menina sofreu um acidente doméstico ao cair na piscina da residência da família, mesmo com a área cercada por uma grade de proteção. Segundo relato do pai, a criança conseguiu pular a barreira de segurança, se afogou e teve uma parada cardíaca.

O caso reacende a importância da prevenção de afogamentos infantis em ambientes residenciais, principalmente em locais onde crianças pequenas têm acesso a piscinas, banheiras, caixas d’água ou baldes.

“Ela gritou”, relembra a família

O influenciador, conhecido nas redes como Fanho RP, relatou que tentativas de reanimação foram feitas imediatamente, com respiração boca-a-boca e massagem cardíaca. A menina chegou a ser levada para o hospital, mas não resistiu às complicações.

“Minha sogra viu ela na piscina e gritou. Quando cheguei, ela já estava desacordada. Fiz tudo o que pude ali mesmo, mas…”, contou Renato, em tom emocionado.

A mãe de Giulia, Juliana Ramos, também influenciadora digital, publicou um relato emocionado nas redes. “Mamãe abriu os olhos esperando que tudo fosse um pesadelo e você tivesse aqui na cama com a gente como sempre”, escreveu. O casal tem outros dois filhos, Gustavo e Pedro.

O sepultamento de Giulia está previsto para ocorrer nesta sexta-feira (1), às 17h.

Um alerta para pais e responsáveis

Casos como o de Giulia, infelizmente, não são isolados. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa), o afogamento é a principal causa de morte acidental entre crianças de 1 a 4 anos no Brasil. Em grande parte dos casos, o acidente ocorre em casa, e em poucos segundos.

Mesmo com a instalação de grades ou cercas de proteção, especialistas alertam que nenhuma barreira substitui a supervisão constante de um adulto. Crianças pequenas são ágeis e curiosas — e, como no caso de Giulia, podem surpreender ao escalar barreiras ou encontrar acessos não imaginados pelos adultos.

Como evitar tragédias semelhantes

Para reduzir os riscos, medidas de segurança eficazes podem ser adotadas:

  • Supervisão contínua: jamais deixar uma criança sozinha próxima a piscinas, mesmo que por poucos minutos.
  • Grade de proteção alta e com trava: instale cercas com, no mínimo, 1,20m de altura e que não possam ser escaladas facilmente.
  • Alarmes de movimento: sensores na piscina podem alertar quando algo cair na água.
  • Cobertura rígida para piscina: impede o acesso quando a piscina não estiver em uso.
  • Educação preventiva: ensinar desde cedo noções básicas de segurança em ambientes aquáticos.
  • Curso de primeiros socorros: pais e responsáveis devem estar preparados para agir rapidamente em emergências.

Um legado de amor e consciência

Renato Tsukasa compartilhou um vídeo recente com a filha, em que a pequena aparece sorrindo e se despedindo com seu tradicional “yaa yaa”. “Essa imagem vai ficar comigo para sempre. Sorrindo, correndo por aí…”, escreveu o pai.

Casos como este tocam profundamente qualquer família, e ao mesmo tempo reafirmam a necessidade de atenção redobrada com crianças pequenas, especialmente em ambientes aparentemente seguros.

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