O poder da mulher amazônida: beleza, ancestralidade e orgulho das raízes
A influencer e Cunhã Poranga do Garantido, Isabelle Nogueira, voltou a ser assunto nas redes sociais neste fim de semana após compartilhar uma sequência de fotos nas águas amazônicas, usando um biquíni estampado e celebrando sua conexão com a terra natal. Com mais de 225 mil curtidas em menos de 24 horas, a publicação viralizou e gerou uma onda de comentários — elogios efusivos, reflexões culturais e também críticas, como frequentemente ocorre em ambientes digitais.
“Amazonaaaaaas, meu amor”, escreveu Isabelle na legenda. A Cunhã, que ganhou destaque nacional após sua participação no Big Brother Brasil, segue exaltando com orgulho suas raízes manauaras, e neste post reafirmou seu vínculo com a floresta e o povo do Amazonas.
Reações: da admiração à polêmica
A repercussão foi intensa. Entre os mais de 15 mil comentários, a maioria celebrou a beleza da influenciadora e a força simbólica de sua imagem. “Esculpida pelos deuses amazônicos”, disse um seguidor. Outros destacaram o empoderamento feminino: “Essa imagem é mais que um biquíni: é a mulher amazonense livre, conectada com sua terra, com sua essência, com o sagrado que habita em si.”
Mas como ocorre com figuras públicas femininas, também surgiram críticas. Comentários questionaram a exposição do corpo ou colocaram em pauta julgamentos morais. Essas reações, por outro lado, geraram uma contraofensiva de mulheres que defenderam o direito de Isabelle de se expressar livremente. “Um simples post de biquíni e os machistas acharam que era convocação para debate moral. Missão cumprida”, respondeu uma internauta.
Além da beleza: identidade, território e liberdade
A postagem de Isabelle Nogueira ultrapassou o campo estético. Tornou-se uma vitrine da mulher amazônida moderna: forte, independente, conectada com a ancestralidade, mas consciente de seu papel contemporâneo.
Em tempos de debates sobre liberdade de expressão e direitos femininos, a figura da Cunhã ressurge como símbolo de resistência cultural e orgulho regional. Afinal, quais são os limites entre expressão e julgamento? O que revela o incômodo causado por uma mulher que escolhe o próprio corpo como manifesto?
A força das redes e o reflexo de um Amazonas que pulsa
A repercussão da publicação evidencia como a internet se tornou um espaço de disputa simbólica. Isabelle Nogueira Cunhã Poranga segue representando não apenas a beleza típica do Norte, mas também um modo de ser e existir que valoriza a floresta, o feminino e a identidade local. E neste território — seja físico ou digital — a voz da mulher amazonense segue ecoando com força.
Fala Amazonas
Jornalismo com responsabilidade, feito para quem valoriza a nossa terra













