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Fala Amazonas
29/07/2025 às 23:59
O sismo de magnitude 8,8 deflagrou uma série de alertas de tsunami ao longo de toda a bacia do Oceano Pacífico, com impacto potencial em diversas localidades costeiras:
- Rússia (Kamchatka e Ilha Curilas): ondas de até 5 metros atingiram Severo‑Kurilsk, provocando inundações e evacuações urgentes (Reuters).
- Japão: evacuações simultâneas envolvendo mais de 900 mil pessoas foram realizadas, especialmente ao longo da costa de Hokkaido até Wakayama; ondas registradas de até 40 cm (AP News, Reuters).
- Havaí: pipocaram evacuações e teste de sirenes; ondas de até 1,2 m causaram alagamentos e congestionamentos, mas sem danos graves (Associated Press, CBS).
- Costa Oeste dos EUA (Alasca, Califórnia, Oregon, Washington, Colúmbia Britânica): alertas emitidos para áreas costais; ondas menores (60 cm a 1,5 m) foram confirmadas com riscos de correntes fortes (Time, AP News).
- América do Sul e Central (Equador, Chile, Peru, México, Panamá, Colômbia): preventivas evacuations em praias de ilhas e regiões baixas, com foco em segurança costeira (Guardian).
- Ilhas do Pacífico (Polinésia Francesa, Samoa, Fiji, Micronésia, Guam, Saipan): alertas para ondas entre 1 a 4 m; autoridades locais mantêm vigilância constante (Reuters, The Guardian).
Embora muitos alertas já tenham sido rebaixados, permanece a preocupação com multiplas ressacas, típicas de eventos sísmicos desse porte (AP News).
Pergunta ao leitor: como esses países estruturaram seus sistemas de prevenção e evacuação? O Brasil poderia adotar aprendizados dessas experiências tecnológicas e organizacionais?













